12 de nov. de 2012

Curso capacita educadores ambientais

Profissionais e estudantes das áreas de geografia, engenharia, direito e pedagogia participaram, entre os dias 8 e 10 de novembro, do curso "Aplicação da Legislação Ambiental em Ações Educativas voltadas à Gestão de Recursos Hídricos na Bacia do Rio Urussanga", promovido pelo Comitê da Bacia do Rio Urussanga em parceria com o Laboratório de Gestão de Recursos Hídricos da UNESC, com o apoio do Fundo Estadual de Recursos Hídricos. Por meio de aulas teóricas no campus da Unesc e uma saída a campo percorrendo o Rio Urussanga, cerca de 20 participantes conheceram as questões relacionadas à bacia hidrográfica, a legislação ambiental e a elaboração de projetos de pesquisa referentes aos recursos hídricos. O curso teve como objetivo capacitar educadores ambientais, professores das redes estadual e municipal, integrantes de ONGs e interessados que exercem atividades nos municípios que compõem a bacia, a fim de atuarem como multiplicadores na área de educação ambiental, através da aplicação da legislação ambiental em ações educativas voltadas à gestão de recursos hídricos no Rio Urussanga.

O advogado Paulo Roberto Cittadin participa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Unesc para realizar a formação em Mestrado e pela segunda vez se inscreve no curso oferecido pelo Comitê. O profissional abordará no Mestrado fatores relacionados ao Rio Urussanga como, por exemplo, os elementos que geraram a poluição e a aplicação das leis. "Decidi fazer o curso para verificar o que está acontecendo, observar bem de perto a realidade, conversar com outros profissionais sobre o assunto. Depois desta experiência ampliarei meus estudos para descobrir os motivos que levaram a poluição chegar nesta situação", explica. Para Cittadin, é dever de cada cidadão transmitir o conhecimento adquirido para as próximas gerações. "Hoje tenho um legado para deixar para as minhas filhas. Com as informações obtidas sobre o Rio Urussaga é quase que uma obrigação passarmos esta realidade. Se não fizermos nada e continuar desta forma, daqui a alguns anos as pessoas vão perceber que não   há como reverter a situação", ressalta o advogado.

Texto e imagem: Eliana Maccari - Assessora de Imprensa


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